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Ligações Químicas (Iônica e Covalente) – Prof. João H. Nunes

Publicado por em 18 nov, 2013 em Blog, Destaques, Geral, Química, Vestibular | 0 comentários

Ligações Químicas (Iônica e Covalente) – Prof. João H. Nunes

Teoria do Octeto: Os únicos elementos que são estáveis isoladamente são os gases nobres. O que diferenciam eles do restante da tabela é a configuração, eles apresentam uma configuração completa com 8 elétrons na última camada.

Assim, ocorrem as reações químicas para que o restante dos elementos da  tabela possam atingir o octeto e, consequentemente,  garantir a estabilidade.

Teoria do Octeto: Um átomo torna-se estável quando atinge 8 elétrons na camada de valência.

Exceções: H e He

Ligação iônica é a atração eletrostática entre íons de cargas opostas num retículo cristalino. Esses íons formam-se pela transferência de elétrons dos átomos de um elemento para os átomos de outro elemento.
Para se formar uma ligação iônica, é necessário que os átomos de um dos elementos tenham tendência a ceder elétrons e os átomos do outro elemento tenham tendência a receber elétrons.

A ligação iônica é dada pela interação eletrostática entre os íons, por isso seu nome é iônica.

  • Características dos compostos iônicos:
    • Sólidos cristalinos
    • Alto PF e PE
    • Duros e quebradiços
    • Quando sólidos não conduzem eletricidade,  mas conduzem quando em solução ou fundidos
    • Seu melhor solvente é água
  • Determinação da fórmula iônica: É necessário formar um composto eletricamente neutro,  ou seja, o numero de elétrons cedidos tem que ser igual ao número de elétrons recebidos.

Ex: Ferrugem     Fe2O3 –> 2Fe3+ + 3O2-

Ligação covalente: é um tipo de ligação química caracterizada pelo compartilhamento de um ou mais pares de elétrons entre átomos, causando uma atração mútua entre eles, que mantêm a molécula resultante unida.

- Ligação Simples:

Exemplo:  Ligação covalente entre dois átomos de cloro. Por apresentarem 7 elétrons na camada de valência,  compartilham apenas um par eletrônico.

Exemplo: Ligação covalente na água: Oxigênio pode fazer  duas ligações simples com o hidrogênio.

- Ligações Duplas:

Exemplo: O2

- Ligações Triplas:

Exemplo: N2

Filo Porífera – Prof. Bruno Cerqueira

Publicado por em 28 out, 2013 em Biológicas, Blog, Destaques | 0 comentários

Filo Porífera – Prof. Bruno Cerqueira

Os poríferos são conhecidos por esponjas. Apresentam grande quantidade de poros em sua parede corporal.

São animais sésseis, ou seja, fixos. Apesar de serem pluricelulares, não apresentam tecidos verdadeiros, órgãos ou sistemas organizados. Vivem em colônias.

HABITAT – Encontrados em água doce, mar, água costeiras, quentes e rasas. Geralmente aderidos a substrato (madeira, rochas, recifes).

ORGANIZAÇÃO CORPORAL – Lembra um vaso, com a base aderida ao substrato. O lado aposto é uma abertura denominada ósculo. A parede corporal delimita uma cavidade interna, átrio ou espongiocela.

Tipos Celulares:

- Pinacócitos: células de revestimento externo.

- Coanócitos: Célula com uma expansão (colarinho), e um flagelo. Relacionadas com a nutrição e reprodução.

- Amebócitos: Células com pseudópodos, se movimentam em uma camada gelatinosa (entre pinacócitos e coanótcitos). Responsáveis pela defesa, digestão e pode se transformar em qualquer célula.

- Porócito: Possuem um poro central e atravessam a parede. Conectando o átrio ao meio externo.

TROCAS GASOSASRealizada por difusão, célula a célula, através de pinacócitos e coanócitos.

NUTRIÇÃO – realizada a partir de filtração, a partir do batimento dos flagelos dos coanócitos, os quais realizam a digestão. A água entra pelos porócitos, atravessam a parede e sai pelo ósculo.

REPRODUÇÃO

- Assexuada: Brotamento (brotos crescem por divisão celular e podem permanecer grudados ou não à esponja mãe.), Fragmentação (Pedaços das esponjas podem se regenerar em outra esponja), Gemulação (Pedaços protegidos que são eliminados e quando em tempo favorável, crescem e se tornam outra esponja).

- Sexuada: Algumas espécies são hermafroditas outras não. O espermatozoide é liberado na água, nadam e atingem os óvulos no átrio da esponja, o zigoto formado se desenvolve em uma larva anfibástula, que nada se fixa e cresce se tornando uma nova esponja. Por ter um estágio larval é considerado como desenvolvimento indireto.

EXERCÍCIOS

1)      Invertebrados sésseis, sem órgãos nem tecidos, com digestão exclusivamente intracelular, são classificadas como:

a)      Esponja

b)      Anêmona – do –mar

c)      Lírios – do – mar

d)      Cracas

e)      Mexilhões

 

2)      Nas esponjas a digestão é toda intracelular. As células que se encarregam da captura e digestão dos alimentos são denominadas:

a)      Coanócitos

b)      Amebócitos

c)      Porócitos

d)      Escleroblastos

e)      Espongioblastos

 

3)      Esquematize a reprodução sexuada das esponjas.

 

4)      Célula presente nas esponjas e relacionada com a reprodução sexuada.

a)      Coanócitos

b)      Amebócitos

c)      Porócitos

d)      Escleroblastos

e)      Espongioblastos

 

5)      São exemplos de reprodução assexuada das esponjas:

a)      Brotamento e fragmentação

b)      Brotamento e hibridização

c)      Fragmentação e Formação de Estacas

d)      Formação de estacas e hibridização

e)      Formação de estacas e brotamento

 

Gabarito: 1 – A ; 2 – A ; 4 – A; 5 – A

3 – Espermatozoide é liberado nada, atravessa a parede da esponja, atinge o átrio e fecunda o óvulo, formando um zigoto que se desenvolve em uma larva anfiblástula que sai pelo ósculo, nada e se fixa se desenvolvendo em uma nova esponja.

Terrorismo – O Brasil tem razões para temê-lo? – Profa. Sandra Galofero

Publicado por em 29 ago, 2013 em Blog, Destaques, Humanas, Redação, Vestibular | 0 comentários

Terrorismo – O Brasil tem razões para temê-lo? – Profa. Sandra Galofero

Proposta de Redação

No mês de junho, o Brasil recebeu  a Copa das Confederações, um importante torneio esportivo internacional. O evento está sendo visto como um “treino” para dois outros acontecimentos de destaque do esporte mundial, que também serão sediados pelo país: a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. A exemplo da Maratona de Boston, eventos desse tipo são considerados alvos privilegiados para organizações terroristas, num contexto internacional em que o terrorismo é uma ameaça sempre presente, com ações que visam chamar a atenção do maior número de pessoas para uma causa, por meio de atentados que provoquem impacto pela sua violência. Assim, jornalistas, autoridades e especialistas em segurança têm discutido se o Brasil está preparado para prevenir e enfrentar uma eventual ação terrorista, como se pode ver pelos textos abaixo. Leia-os, reflita e responda, por meio de uma dissertação, qual é a sua opinião sobre o assunto. Há razões para temor ou tranquilidade? Por quê?

Elabore uma dissertação a partir os textos abaixo:

Pode acontecer aqui?
(…) o ministro da Defesa, Celso Amorim, reuniu-se com seus principais auxiliares. Queria saber como andam os preparativos para garantir a segurança durante a Copa das Confederações, marcada para junho próximo, e na Copa do Mundo, no ano que vem. A reunião ganhou contornos mais preocupantes após o atentado à bomba em Boston. Amorim estava especialmente interessado nas informações do general Marco Antônio Freire Gomes, comandante da Brigada de Operações Especiais, localizada em Goiânia. Freire Gomes é o responsável pelo destacamento encarregado das ações contraterrorismo durante grandes eventos. Essa elite militar conta com 1.200 homens especializados em atividades delicadas, como o desarme de bombas e artefatos químicos e radiativos. Entram em ação em situações extremas. Para um país com histórico pacífico, tamanha preparação pode até parecer desmedida. A natureza do terrorismo, revelada na tragédia de Boston, prova que não é. Os preparativos para a segurança dos grandes eventos começaram há cerca de dois anos. [Revista Época]
Estamos preparados?
O terrorista não mata por prazer ou sadismo, mas pela convicção de que a sua causa deve ser defendida e difundida a qualquer custo. O ato terrorista não é cometido a esmo. Ao escolher um alvo, uma organização terrorista avalia vários aspectos, dentre eles a competência do Estado em antever e prevenir o atentado e/ou de neutralizar os seus executores. Ou seja, é levada em conta a capacidade de resposta do país-alvo.

(…)

No Brasil, o maior entrave às atividades de prevenção e combate ao terrorismo é a legislação (ou a falta dela). No vasto ordenamento jurídico brasileiro não há conceituação de terrorismo, nem previsão de penas a serem aplicadas a terroristas.

O projeto de reforma do Código Penal prevê pela primeira vez o crime de terrorismo. Caso não sofra alterações, o texto legal passa a combinar as prováveis motivações terroristas com as diversas condutas que podem ser adotadas. Mas, caso haja um ataque antes que a nova lei entre em vigor, a polícia, o Judiciário, os legisladores e a sociedade ficarão se perguntado o que fazer.

(…)

Além das lacunas legais, existem outros aspectos relevantes. Em 2011, a diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército divulgou relatório no qual informa que mais de uma tonelada de emulsão de nitrato de amônia e de dinamite foi roubada ou furtada (e não recuperada) de pedreiras e obras no Brasil. Isso significa que os recursos materiais a serem empregados num eventual atentado terrorista em território brasileiro podem ser facilmente obtidos aqui mesmo, sem que haja preocupação com a transposição de fronteiras. [Carta Capital]

 

 O Brasil está seguro?

 

O ataque terrorista na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, na semana passada, fez acender a luz amarela no Brasil. Embora o País não faça parte da rota do terror, os grandes eventos internacionais que acontecerão aqui nos próximos anos irão atrair para as cidades brasileiras dezenas de autoridades e milhares de jornalistas e cidadãos de diferentes nações. Em junho, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Fortaleza receberão jogos da Copa das Confederações e, no mês seguinte, o Rio será palco da Jornada Mundial da Juventude, com a presença do papa Francisco. Serão eventos-teste para a Copa do Mundo de 2014, que incluirá outras seis capitais, e, dois anos depois, para os Jogos Olímpicos, majoritariamente sediados na capital fluminense. Quanto mais visibilidade, maior a comoção diante de tragédias – e é isso que os terroristas buscam. Por isso, as autoridades estão se preparando para todo tipo de emergência. O governo federal investirá, em parceria com os 12 Estados-sede da Copa e a iniciativa privada, mais de R$ 2 bilhões em segurança. Ao todo, serão cerca de 142 mil policiais de todas as esferas em ruas e em pontos estratégicos. [Revista Istoé]

fonte: u

 

O que muda no país após as manifestações populares? – Profa. Sandra Galofero

Publicado por em 26 ago, 2013 em Blog, Destaques, Humanas, Redação, Vestibular | 0 comentários

O que muda no país após as manifestações populares? – Profa. Sandra Galofero

“O Brasil acordou”. Assim estava escrito em cartazes das manifestações que abalaram a nação e levaram às ruas mais de um milhão de pessoas. Depois disso, outros protestos aconteceram e talvez ainda estejam ocorrendo agora. Vamos, porém, considerar somente o que já houve. A partir de reivindicações contra o aumento das tarifas dos ônibus, a pauta dos manifestantes aumentou e passou a tocar em questões recorrentes: corrupção, malversação de dinheiro público, má qualidade dos serviços à população, em saúde, educação, segurança, etc. Os políticos – tanto do poder Executivo, quanto do Legislativo – foram colocados contra a parede e prometeram mudanças. Diante disso, é o caso de se perguntar se essas promessas serão cumpridas, se a população continuará vigilante e disposta a lutar por seus direitos, se esses protestos históricos terão consequências práticas no futuro próximo do país.

Como você encara a questão? Na sua opinião, o Brasil acordou mesmo? O que vai mudar no país após essa grandiosa onda de manifestações?

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR:

O Brasil acordou

Com camisas e bandeiras do Brasil e cartazes com dizeres como “O Brasil acordou”, os manifestantes protestam contra os gastos públicos na Copa das Confederações, defendem mais verbas para educação e saúde e a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público, além de outras reivindicações. [Agência Brasil]

 

Vitória das ruas

A revogação do aumento das tarifas de transportes em São Paulo e no Rio é uma vitória indiscutível do Movimento Passe Livre. Já os prefeitos Fernando Haddad (PT) e Eduardo Paes (PMDB), bem como os governadores Geraldo Alckmin (PSDB) e Sérgio Cabral (PMDB), saem atônitos das manifestações que os encurralaram. (…)Não é fácil aquilatar, contudo, como o episódio reverberará no panorama partidário e eleitoral. Da revolta com a qualidade da saúde e da educação à crítica aos gastos com a Copa do Mundo, várias insatisfações vieram à tona durante os protestos. (…)Até o Congresso dá sinais de incômodo com a revolta. Cogita acelerar a votação de projeto para desonerar os transportes urbanos. Políticos tradicionais sentem a exigência de reinventar-se, mas para tanto as manifestações ainda não parecem ter força bastante. [Editorial, Folha de S. Paulo]

 

O tamanho das mudanças

A julgar pelo tom médio dos comentários que li no fim de semana, estamos em uma situação pré-revolucionária a partir da qual nada mais será o mesmo na política brasileira. Até gostaria que fosse verdade, mas receio que a realidade seja um pouco mais pesada. (…) Os protestos não durarão para sempre. Como escrevi numa coluna da semana passada, manifestações dão trabalho, impõem um ônus às cidades e acabam enjoando. Se democracia direta fosse bom, assembleias de condomínio seriam um sucesso. Não são. E esse é um dos motivos por que inventamos a democracia representativa. É claro que algo desse movimento permanecerá, mas é cedo para uma avaliação definitiva. Se o passado serve de guia para o futuro, o quadro não é dos mais promissores. Após o impeachment de Fernando Collor, em 1992, boa parte dos brasileiros acreditáva que o país abraçara um novo –e melhor– paradigma no que diz respeito à tolerância para com os desmandos da classe política. Ainda que isso tenha ocorrido em algum grau, não foi o suficiente para evitar os muitos escândalos que se sucederam. A política mudou, mas muito menos do que desejaríamos. [Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo]

 

Mudanças já

Pressionada pelas manifestações que tomam as ruas contrárias ao projeto que retirava poderes de investigação do Ministério Público, a Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (25/06/2013) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37.  Além disso, em mais uma votação da “agenda positiva” fixada pelo Congresso em resposta às ruas, a Câmara dos Deputados estabeleceu na que 75% das receitas do petróleo serão destinadas para a educação. O projeto original, enviado pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso em maio, previa 100% do montante para o setor. [Banco de Redações, com informações da Folha de S. Paulo]